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JORNAL DA APEOESP
Nº 277 AGOSTO 2008
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JORNAL DA APEOESP
Nº 274 ABRIL 2008
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JORNAL DA APEOESP
Nº 273 JANEIRO 2008
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JORNAL DA APEOESP
Nº 272 . Julho/Agosto.2007
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JORNAL DA APEOESP
Campanha salarial 2007 - Em defesa do salário e do emprego
Nº 271 • MARÇO/ABRIL • 2007
Dia 28 de fevereiro,
a APEOESP,
junto com as
demais entidades do
funcionalismo, realizou
ato público em
frente ao Palácio
dos Bandeirantes
para cobrar do governo
o cumprimento da
data-base. A pressão
dos servidores obrigou o
governo estadual a
publicar decreto
instituindo a comissão
de negociação salarial.
Dia 30 de março,
em Assembléia a ser
realizada no vão livre do
Masp, às 14 horas, os
professores devem
aprovar as demais ações
da campanha salarial e
educacional em defesa
do emprego e do salário.
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JORNAL DA APEOESP
Nº 270 SETEMBRO 2006 CER aprova diretrizes para
Congresso da APEOESP
XXI Congresso Estadual da
APEOESP – “A Educação
faz a diferença” será realizado nos
dias 06, 07 e 08 de dezembro na
cidade de Sumaré (Estância Árvore
da Vida).
Instância máxima de deliberação
da entidade, o XXI Congresso
deve reunir mais de três mil professores,
eleitos delegados nas diversas
regiões do Estado.
Neste ano, diante do grave quadro
em que se encontra a escola
pública, fruto da falta de políticas
educacionais por parte do governo
estadual, o XXI Congresso deverá
ser um espaço para o aprofundamento
do debate sobre a educação
no Estado de São Paulo. Alguns
temas como ensino médio,
progressão continuada, creche,
pré-escola, tempo integral, gestão
democrática, educação inclusiva
estarão presentes nas plenárias. A
partir do debate, os professores
congressistas apontarão ações imediatas
em busca de reais e emergentes
melhorias em relação às
condições de trabalho, às propostas
pedagógicas, à gestão escolar,
entre outros.
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JORNAL DA APEOESP
Nº 269
JUNHO
2006 Alckmin destrói
serviços públicos
O novo governador
de São
Paulo, Cláudio
Lembo (PFL/
SP), representa a
continuidade da
política implementada
pelos tucanos,
nos últimos
doze anos.
Este governo foi
responsável pelo
abandono e sucateamento
dos serviços
públicos;
desvalorização
do funcionalismo;
desmonte da
máquina administrativa
do Estado;
proliferação
dos pedágios, enquanto a
maioria das estradas do interior
está deteriorada; descaso com a
educação; aumento da insegurança
da população; crise na Febem;
ausência de políticas para a agricultura,
privilegiando apenas alguns
setores do agronegócio e
latifundiá-rios; desvio de recursos
da saúde, com a conseqüente queda
na qualidade do atendimento;
superfaturamento de obras, como
o Rodoanel e o desassoreamento
do rio Tietê; entre tantas outras
conseqüências de uma política
que privilegia corte de gastos e o
atendimento a interesses localizados
dos aliados do governo. Este
governo não cumpriu suas promessas
de ampliar o metrô da capital
e a construção da linha 4 sofre
denúncias de corrupção e
superfaturamento, além de reproduzir
o modelo privatizante de
gestão do Estado.
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JORNAL DA
APEOESP
Nº268
DEZEMBRO DE 2005
2005,
Mais um ano de lutas e vitórias
Greve
garantiu emprego de 120 mil professores; mobilização
forçou governo a anunciar reajuste
“Se
não retirar o projeto, a Educação vai parar”.
Com esta palavra de ordem, cerca de 30 mil professores tomaram o
pátio de entrada da Assembléia Legislativa no dia
5 de outubro, pedindo a retirada do projeto de lei 26/2005, que
mudava a forma de contratação temporária de
servidores e, desta forma, ameaçava desempregar 120 mil docentes.
Pelo projeto, o contrato em caráter
temporário teria validade por seis meses, com possibilidade
de renovação por igual período. Findo o contrato,
o professor não poderia voltar para a rede por dois anos.
A
mobilização repercutiu nas principais emissoras de
rádio e TV da Capital, pois os professores realizaram, em
seguida, uma grande passeata até a avenida Paulista, o que
levou o governador Geraldo Alckmin a anunciar pela imprensa, no
início da noite, que retiraria o projeto da Assembléia
e que convocaria as entidades para negociar.
A APEOESP colocou-se contra qualquer processo de negociação,
dando um ultimato ao governo: ou retirava definitivamente o projeto
ou os professores parariam. Dezesseis dias depois, reunidos em Assembléia
no vão livre do Masp, cerca de 20 mil professores aprovaram
a greve em defesa do emprego e da estabilidade de todos os ACTs.
A
greve durou quatro dias, levando o governo a anunciar a retirada
em definitivo do projeto e o anúncio da efetivação
de 30 mil professores.
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JORNAL DA
APEOESP
Nº 267.
ABRIL/MAIO.2005
Professores
se mobilizam contra política de arrocho
Nos
últimos seis anos, a inflação acumulada chegou
a 73,03%, de acordo com o Dieese, com o aumento de preço
dos serviços essenciais ficando muito acima deste índice.
Por exemplo, as tarifas de água e esgoto sofreram reajustes
de 79,10%; a eletricidade, de 156,69%; o gás de botijão,
pasmem!, de 301,05%. O reajuste concedido aos professores, no mesmo
período, foi de 19,05%.
Ao invés de conceder reajustes ao funcionalismo, Alckmin
impôs um desconto de 5% nos salários por conta da contribuição
previdenciária. Sem contar que desde o governo Covas o Estado
tem adotado a política de bônus e abonos, que não
incorporados aos salários, prejudicam os vencimentos dos
docentes quando estes se aposentam. Só há uma maneira
de os professores reverterem o atual quadro de arrocho: participar
das atividades do Sindicato e das assembléias. Só
com pressão conquistaremos vitórias. A unidade dos
professores com outras categorias do funcionalismo, que sofrem o
mesmo arrocho, e com a sociedade – denunciando o desmonte
da Educação Pública – é condição
ímpar para o sucesso de nossa campanha salarial e educacional.
Por isto, a APEOESP participa, juntamente com os demais sindicatos
filiados à CUT, da campanha salarial unificada coordenada
pela Central, por entender que a luta por salários dignos
e condições de trabalho adequadas extrapolam os limites
de nossa categoria e requer a união de todo o funcionalismo
público, com apoio da população.
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Página 12 - Encarte
especial
Nº
266• NOVEMBRO/DEZEMBRO• 2004
Com
participação de 2783 professores representando todas
as regiões do Estado,o XX Congresso da APEOESP, realizado
no período de 17 a 20 de novembro, reafirma o perfil democrático
adotado pela Entidade em todas as suas instâncias. Mais uma
vez, a APEOESP organiza uma grandiosa atividade buscando envolver
toda a categoria na busca pelo resgate da escola pública.
Os professores congressistas, eleitos durante os Encontros Regionais,
debateram diversos temas ligados à Educação
Pública. Também debateram a estrutura do Sindicato
e definiram os próximos encaminhamentos a serem adotados
em defesa da escola pública e dos direitos dos professores.
O evento contou ainda com várias reuniões setoriais
nas quais os professores puderam debater temas de relevância
como a questão da Lei 10639/03 que institui ensino de História
e Cultura Afro-brasileira e Africana nas escolas públicas
brasileiras e a importância das disciplinas de Filosofia,
Sociologia e Psicologia na matriz curricular do ensino médio.
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Nº
265• AGOSTO/SETEMBRO• 2004
Professores
continuam em campanha salarial
Após
ampla pressão da APEOESP e da mobilização dos
professores, o governo estadual encaminhou à Assembléia
Legislativa as alterações na Lei Complementar 836
(Plano de Carreira) corrigindo as distorções existentes
desde 1997. A partir destas alterações, o professor
de educação básica I terá 13,38% de
correção no salário base e o professor de educação
básica II, 5%. Ambos os índices extensivos aos aposentados.
O PEB I, nível IV, passa a receber o mesmo valor do PEB II,
nível I, em início de carreira. Segundo declarações
do governador Geraldo Alckmin, estes índices serão
calculados sobre os salários de setembro. Ou seja, os professores
só receberão em outubro.
As alterações no Plano de Carreira fazem parte da
pauta da categoria.
Porém, ainda há dezenas de outros pontos que precisam
ser atendidos para a garantia de valorização salarial
dos docentes e melhoria no processo de ensino-aprendizagem da rede
pública de ensino.
Reposição salarial (já que os índices
acima só fazem corrigir uma dívida do governo com
os docentes); extensão aos aposentados e incorpora ção
das gratificações; máximo de 35 alunos por
sala; matriz curricular com seis aulas no diurno e cinco no noturno
são algumas das dezenas de reivindicações ignoradas
pelo governo estadual. Sendo assim, é imprescindível
que a campanha salarial e educacional seja retomada no segundo semestre
com muito mais fôlego. Se no primeiro semestre os professores
participaram de várias assembléias, manifestações,
vigílias, atos unificados; neste semestre a luta deve ser
bem maior. Só com grande mobilização e pressão
será possível alcançar o tendimento dos demais
pontos da pauta que objetivam resgatar a escola pública.
Concurso Público de PEB II Mais uma vez o governo estadual
demonstra total desrespeito pela categoria e pelos usuários
da escola pública em São Paulo. Desconsiderando as
insistentes gestões (ofícios, abaixo-assinados, carta
conjunta com outras entidades) a S.E. autorizou o ingresso em agosto
de 2004 dos professores aprovados no concurso de PEB II. Em 16 de
julho, o governo publicou Decreto com a nomeação.
No dia 17, o Diário Oficial apresentou as instruções
e um comunicado do Departamento de Recursos Humanos com orientações
sobre a posse e o ingresso.
A posição da APEOESP em relação ao ingresso
dos professores foi tomada de maneira transparente e democrática
em assembléia estadual, após ampla consulta realizada
pelos nossos conselheiros em toda a rede. E expressa a preocupação
da entidade com as sérias conseqüências que a
posse dos aprovados no meio do ano letivo poderá causar:
demissão de ACTs, diminuição na remuneração,
efetivos sem aulas, prejuízo no processo de ensino-aprendizagem.
A Diretoria da APEOESP protocolou ofício junto à S.E.
no qual aponta a contrariedade do sindicato com o ingresso no meio
do ano letivo. A Secretaria de Legislação da APEOESP
está acompanhando todo o processo e atenderá os professores
que se sentirem prejudicados.
Além disso, a campanha dos professores reforçará
a cobrança pela criação de todos os cargos
na perspectiva das 49 mil novos cargos prometidos pelo governo em
2003.
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JORNAL
DA APEOESP
Nº
264 • NOVEMBRO/DEZEMBRO • 2003
Destaque:
Unidade do funcionalismo para construir a greve
O
XIX Congresso Estadual da APEOESP Prof. Macedo contou com a participação
de 2264 professores de todas as regiões do Estado. Realizado
no período de 26 a 29 de novembro, na Estância Árvore
da Vida, em Sumaré (região de Hortolândia),
o Congresso teve seu ápice durante a aprovação
do Plano de Lutas para o próximo ano. Os professores apontaram
um conjunto de ações referentes aos diversos temas
que envolvem a categoria no estado e no país (veja box).
A Diretoria da entidade organizará as atividades aprovadas
e buscará o envolvimento de toda a categoria. Somente com
uma grande mobilização será possível
derrotar o governo estadual e seu secretário da Educação
e garantir uma escola pública de qualidade para todos: usuários
e profissionais. O XIX Congresso reafirmou a trajetória da
APEOESP como um dos mais democráticos sindicatos existentes
no país.
Na APEOESP, todas as decisões são debatidas e deliberadas
pelas instâncias com participação de professores
representativos de todas as regiões do Estado e eleitos na
unidade escolar. Além das discussões específicas,
o Congresso possibilitou debates sobre conjuntura educacional na
América Latina e também conjuntura nacional. Os professores
João Felício (Secretário Geral da CUT Nacional
e ex-presidente da APEOESP), Valério Arcary (Prof. do CEFET,
Doutor em História pela USP) contribuíram com o debate
sobre Conjuntura Internacional e Nacional. A mesa que discutiu Política
Educacional na América Latina contou com a colaboração
dos professores Gaudêncio Frigotto (Prof. Pósgraduação
em Educação na UFF) e Luis Carlos Gonçalves
Lucas (Prof. da Universidade Federal de Pelotas e presidente da
Andes).
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JORNAL
DA APEOESP
Nº
263 - SETEMBRO/OUTUBRO - 2003
Destaque:
EXIGIMOS
REAJUSTE SALARIAL, JÁ!
Os
professores da rede pública foram presenteados pelo governo
estadual com mais um desconto na folha de pagamento. Os salários
já defasados sofreram mais um ataque. Neste sentido, a luta
da categoria por um reajuste salarial urgente será reforçada.
Valorização no dia do professor é reajuste
salarial, já!
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