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Seg, 03 de Junho 2019 - 19:24

Mudanças dos governos Doria e Bolsonaro têm sido criticadas por entidade

Por: Darwin Valente - O Diário - 01.06

 
 
A preocupação com os rumos que a Educação vem tomando nos governos de João Doria (PSDB), em São Paulo, e de Jair Bolsonaro (PSL), no restante do País, tem levado as dirigentes da subsede de Mogi do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), Vânia Pereira de Silva e Inês Paz, a intensificar uma série de conversas com profissionais da categoria buscando ampliar o debate acerta de temas que, na visão da entidade, podem afetar negativamente o trabalho dos professores e o aprendizado dos alunos. 
 
O Sindicato vê a deflagração de um processo de desmonte do ensino público no País visando abrir caminho para a terceirização das escolas. As professoras apontam problemas que, segundo elas, acontecem em escolas de bairros que tiveram salas de aulas desativadas, da mesma forma que outras tantas deixaram de oferecer os cursos noturnos para alfabetização de adultos e a oportunidade para quem trabalha durante o dia possa dar continuidade aos seus estudos. 
 
A opção pelo contato direto com professores ou pelas manifestações de rua é, na opinião de Silva e Paz, o caminho para o diálogo com as pessoas para falar de assuntos como esses. Argumentos não faltam. A entidade reclama da não reposição de materiais de informática constantemente levados do interior das escolas, onde não há vigilância. Escolas furtadas há muito tempo não obtiveram reposição dos computadores, prejudicando alunos e o setor burocrático dos estabelecimentos de ensino da cidade. 
 
Assuntos como esses serão discutidos, no próximo dia 5, numa reunião marcada com a dirigente regional de Ensino de Mogi, professora Araci Nunes Camargo. As duas sindicalistas ainda tentarão convencer a dirigente a mobilizar diretores em defesa da escola pública. A entidade discorda da falta de debate com a categoria antes do lançamento do Inova Educação, o programa já apresentado pelo governo Doria, com alterações radicais no sistema, com reflexos inclusive no horário de aulas dos estudantes. 
 
"É um programa gerido, na verdade, pela Fundação Ayrton Senna", dizem as sindicalistas que participaram, na última quinta-feira, em São Paulo, das manifestações de rua contra as mudanças na Educação, com as quais o sindicato que representam não concorda. Por isso mesmo, a mobilização continua em direção à greve geral que sindicatos e partidos de esquerda organizam para o próximo dia 14 deste mês.
 
 
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