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Ter, 24 de Abril 2018 - 20:34

Presidente da Apeoesp diz que a educação corre risco de 'privatização e terceirização'

Por: JCNet - 24.04 - Marcele Tonelli

Maria Isabel Noronha esteve nessa segunda (23) em Bauru; governo nega e rebate críticas

A presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Isabel Noronha, esteve em Bauru nessa segunda-feira (23) e anunciou que a entidade está em campanha pela qualidade da Educação em todo o Estado. Ela afirma que as unidades públicas de ensino estão ameaçadas pela "privatização e terceirização" e que a superlotação é realidade. A Secretaria de Estado da Educação nega e rebate as informações.

A presidente da Apeoesp argumenta que um projeto do governo pretende destinar R$ 17 milhões para uma Organização Social (OS), que ficaria responsável pelo repasse às escolas. 

"Nos reuniremos com o governador nos próximos dias para garantir que isso não ocorra. Queremos que ele dê prioridade para a implantação do Plano Estadual de Educação, que foi aprovado em 2016 e ainda não teve nenhuma meta atingida", cita a Maria Isabel.

Ainda de acordo com ela, mais de 2 mil salas de aula fecharam em 2017. "O Estado alega que a taxa de natalidade caiu. Mas, ao invés de readequar o sistema e diminuir a superlotação de 40 para 25 alunos por classe, eles fecham", critica.

A entidade também está em campanha para que o Estado conceda reajuste de 10,15% aos professores até o dia 7 maio, valor referente à ação judicial em que a categoria reivindicou piso nacional.

OUTRO LADO

Em nota, o Estado nega andamento de processo de privatização e terceirização na rede estadual de ensino e diz que há equívoco nas informações.  Sobre a superlotação, a secretaria diz que segue as resoluções quanto ao número de estudantes e que todos têm sido atendidos em classes adequadas. "A abertura de salas é constante", cita.

Com relação aos salários, a pasta diz que foi estabelecido "um reajuste de 7% do piso salarial dos profissionais ativos do quadro de magistério da rede estadual, o que representa uma remuneração 5,2% acima do piso nacional".

 
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