Fundada em 1945......................................................................Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo.

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APEOESP – SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ASSUNTOS EDUCACIONAIS E CULTURAIS

Concurso Público Para PEB II - 2006

BIBLIOGRAFIA

FORMAÇÃO BÁSICA DO PROFESSOR

I – REFERÊNCIAS LEGAIS

1 – CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – Promulgada em 05 de outubro de 1988. Artigos 5º, 37º ao 41º, 205º ao 214º, 227º ao 229º.

2 – LEI FEDERAL nº. 9394/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

3 – LEI 10.261/68, com as alterações introduzidas pela Lei Complementar nº. 942/2003 – Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo. Artigos 46º ao 86º, 176º, 181º a 214º, 241º a 244º, 251º a 263º.

4 – LEI FEDERAL nº. 8069/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.

5 – LEI COMPLEMENTAR nº. 444/85 – Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista. Artigos 61º a 63º e artigo 95º.

6 – LEI COMPLEMENTAR nº. 836/97, com as alterações introduzidas pela Lei Complementar nº. 958/04 – Institui Plano de Carreira, Vencimentos e Salários para os Integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá providências correlatas.

7 – PARECER CNE/CEB nº. 04/98 e RESOLUÇÃO CNE/CEB nº. 02/98 – institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

8 – INDICAÇÃO CEE nº. 08/01 – Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.

9 – INDICAÇÃO CEE nº. 08/97 e DELIBERAÇÃO nº. 09/97 – Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o Regime de Progressão Continuada no Ensino Fundamental.

10 – PARECER CNE/CEB nº. 15/98 e RESOLUÇÃO CNE/CEB nº. 03/98 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

11 – INDICAÇÃO CEE nº. 09/2000 – Diretrizes para a implementação do Ensino Médio no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.

12 – PARECER CNE/CEB nº. 11/2000 e RESOLUÇÃO CNE/CEB nº. 1/2000 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.

13 – INDICAÇÃO CEE nº. 11/2000 e DELIBERAÇÃO CEE nº. 09/2000 – Estabelece diretrizes para a implementação, no sistema de Ensino do Estado de São Paulo, dos cursos de Educação de Jovens e Adultos de níveis fundamental e médio, instalados ou autorizados pelo poder público.

14 – PARECER CNE/CEB nº. 17/2001 e RESOLUÇÃO CNE/CEB nº. 2/2001 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial.

15 – INDICAÇÃO CEE nº. 12/99 e DELIBERAÇÃO CEE nº. 05/2000 – Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na educação do sistema estadual de ensino.

16 – PARECER CNE/CEB nº. 14/99 e RESOLUÇÃO CNE/CEB nº. 03/99 – Fixa Diretrizes Nacionais para o Funcionamento das Escolas Indígenas.

17 – PARECER CNE/CP nº. 03/04 e RESOLUÇÃO CNE/CP nº. 01/04 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico – Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Obs: Na legislação indicada, devem ser incorporadas as alterações supervenientes.

II – PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS

1 – BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental – Introdução dos Parâmetros Curriculares. Brasília: MEC/SEF, 1997.

2 – BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental – Introdução dos Parâmetros Curriculares. Brasília: MEC/SEF, 1998.

3 – BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental – temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998.

4 – BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio; bases legais. Brasília: MEC/SEMTEC, 1999.

5 – BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM): fundamentação teórico-metodológica. Brasília: MEC/INEP, 2005.

6 – SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. A Política Educacional da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. São Paulo: SE, 2003.

7 – SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. A construção da proposta pedagógica da escola. São Paulo: SE/CENP, 2000.

8 – SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. O Currículo na Escola Média: desafios e perspectivas. São Paulo: SE/CENP, 2004, p. 12-59.

9 – SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Proposta Pedagógica. In: _____________, Reorganização da Trajetória Escolar no Ensino Fundamental: Classes de Aceleração; Proposta Pedagógica Curricular. São Paulo: SE/CENP, 2000. p. 7-18.

10 – SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Ensinar e Aprender: Impulso Inicial. São Paulo: SE/CENP, 2002. p. 9-25.

11 – FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Escola da Família. São Paulo: FDE, 2004. (Idéias, 32).

III – LIVROS E ARTIGOS

1 – ABRANCHES, Mônica. Colegiado escolar: espaço de participação da comundiade. São Paulo: Cortez, 2003. cap. 1, 4 e conclusões.

2 – ALARCÃO, Isabel. Professores Reflexivos em escola reflexiva. São Paulo: Cortez, 2003. Cap. 1, 2 e 4.

3 – ARROYO , Miguel G. Ofício de mestre. Petrópolis: Vozes, 2000.

4 – FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.

5 – HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2004.

6 – HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998.

7 – IMBERNON, Francisco. Formação docente e profissional. São Paulo: Cortez, 2000.

8 – MACHADO, Nilson José. Sobre a idéia de competência. In: PERRENOUD, Philippe et al. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed. 2002. p. 137-155

9 – MENEZES, Luis Carlos. O novo público e a nova natureza do ensino médio. Estudos avançados, São Paulo: USP, v. 15, n. 42 p. 201-208, maio/agosto 2001.

10 – MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, Brasília: UNESCO, 2000.

11 – MORAN, José Manuel,; MASETTO, Marcos T,; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

12 – PERRENOUD, Phillipe. Dez novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. cap. 1 a 5.

13 - PERRENOUD, Philippe. AVALIAÇÃO: Da Excelência à Regulação das Aprendizagens - Entre Duas Lógicas. (Tradução Patrícia Chittoni Ramos – Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. Cap. 3, 7 e 9.

14 – RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001.

15 – SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quaret, 2002.

16 – THURLER, Mônica Gather. O desenvolvimento profissional dos professores: novos paradigmas, novas práticas. In: PERRENOUD, Phillipe et al. As competencias para ensinar no século XXI: a formação dos professores e desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 89-111.
17 – VALENTE, José Armando. Pesquisa, comunicação e aprendizagem com o computador: o papel do computador no processo ensino-aprendizagem. In ALMEIDA, M. E.; MORAN, J. M. Integração das tecnologias na educação. Brasília: MEC/SEED. 2005. p. 22-31.

FORMAÇÃO ESPECÍFICA

I – DISCIPLINA ARTES

TEMAS

  1. ARTE – ÁREA DO CONHECIMENTO
  2. ARTE – LINGUAGEM
  3. ARTE E EDUCAÇÃO

BIBLIOGRAFIA
1 – BARBOSA, Ana Mãe Tavares Bastos. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempo. São Paulo: Perspectiva, 1994.

2 – BARBOSA, Ana Mãe Tavares Bastos (Org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.

3 – BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2000.

4 – BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental; Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998. V. 7.

5 – BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte – Ensino fundamental. Brasília: SEF/MEC, 1997. v. 6.

6 – BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 123-199.

7 – BRASIL PCN+ ensino médio: orientações complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais; linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.

8 – CALABRESE, Omar. A Linguagem da arte. Rio de Janeiro: Globo, 2002.

9 – CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos Editoria, 1999.

10 – COLI, Jorge. O que é arte. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.

11 – COURTNEY, Richard. Jogo, teatro e pensamento: as bases intelectuais do teatro na educação. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.

 

 

12 – DESGRANGES, Flávio. A pedagogia do espectador. São Paulo: Hucitec, 2003.

13 – DOMINGUES, Diana. (Org.). A arte no século XXI: a humanização das tecnologias. São Paulo: UNESP, 1997.

14 – FARO, Antonio José. Pequena história da dança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.

15 – FERRAZ, M. Heloísa C,; FUSARI, Maria F. de Rezende. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 1993.

16 – HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

17 – IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre: Artmed, 2003 .

18 – JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do ensino de teatro. Campinas: Papirus, 2001. p. 15-79.

19 – JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990.

20 – KOUDELA, Ingrid D. Jogos teatrais. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.

21 – MARQUES, Isabel A. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003.

22 -             MARTINS, Miriam Celeste; GUERRA, M. Terezinha Telles; PIOSQUE, G. Didática do ensino de arte: a língua do mundo; poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

23 – MENUHIN, Yehudi; DAVIS, Curtis W. A música do homem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1990.

24 – PIMENTEL, Lúcia Gouveia (Org.). Som, gesto, forma e cor: dimensões da arte e seu em sino. Belo Horizonte: C/Arte, 1996. p. 7-61.

25 – PORTINARI, Maribel. História da dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.

26 – RENGEL, Lenira. Dicionário Laban. São Paulo: Annablume, 2003.

26 – SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. 12, ed. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Primeiros Passos).

27 - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Educação com arte. São Paulo: FDE, 2004. (Idéias,31).

28 – SHAFFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 1991.

29 – STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Tradução de Ângela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

DISCIPLINA FILOSOFIA

TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir constitui-se em referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Filosofia e sua aplicação didática e metodológica nas práticas de sala de aula e quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho no desenvolvimento do currículo da Educação Básica.
1- A Filosofia e suas origens na Grécia Antiga: o surgimento do pensamento filosófico, mito e logos, Filosofia e a polis, as condições históricas e as relações com a filosofia nascente.

2- Temas e áreas da Filosofia: Metafísica, Ética, Política, Epistemologia, Teoria do Conhecimento, Lógica e Estética - os conceitos e delimitações das respectivas áreas.

3- Características do pensamento filosófico e sua relação com as ciências. A temática da razão: semelhanças e diferenças entre a Filosofia e a Ciência. A sistematização do conhecimento filosófico. As atitudes que despertam para o filosofar. A especificidade da reflexão filosófica.

4- Períodos e questões da História da Filosofia. A articulação entre os temas da Filosofia e a História da Filosofia.

5- Filosofia Antiga: as indagações dos pré-socráticos - o princípio da natureza e da origem.

6- As idéias de Sócrates, Platão e Aristóteles. A maiêutica socrática. O conhecimento e a indagação socrática. Platão: a teoria das idéias. A construção da cidade justa na "República". Aristóteles: os princípios da metafísica, da ética e da política.

7- Filosofias do período helenista: estoicismo e epicurismo - as éticas helênicas e os modelos da vida feliz.

8- A Patrística e a Escolástica: a filosofia do período cristão desde a Antiguidade Tardia à Idade Média. As releituras de Platão e de Aristóteles, as relações entre Fé e Razão, a questão do livre arbítrio. As sistematizações e especificidades da Patrística e da Escolástica.

9- Pensadores do período moderno (séculos XV a XVIII) e seus temas : o antropocentrismo, o humanismo, as revoluções científicas, a emergência do indivíduo e do sujeito do conhecimento. Os procedimentos da razão. As teorias políticas do período. Filósofos do período: Maquiavel, Morus, Erasmo, Montaigne, Bacon, Campanella, Galileu, Hobbes, Descartes, Espinosa, Leibniz, Locke, Hume, Voltaire, Montesquieu, Rousseau.

10- Pensadores do período contemporâneo (séculos XIX e XX) e seus temas. A temática da razão: relações entre a Razão e a Natureza, entre a Razão e a Moral. As críticas à moral racionalista. A indagação sobre as técnicas. A noção de ideologia. A inserção das questões econômicas e sociais. Os questionamentos da filosofia da existência. A linguagem e a comunicação. Filósofos do período: Kant, Hegel, Comte, Marx, Engels, Nietzsche, Husserl, Benjamin, Heidegger, Sartre, Wittgenstein.

11- O ensino de Filosofia e suas indagações na atualidade: a tradução do saber filosófico para o aluno; as estratégias didáticas; a seleção de conteúdos; os objetivos da Filosofia no ensino médio; a contribuição das aulas de Filosofia para o desenvolvimento do senso crítico.
12- A Filosofia como componente da área de Ciências Humanas no currículo do ensino médio.

BIBLIOGRAFIA

OBRAS E ARTIGOS SOBRE O ENSINO DE FILOSOFIA

01 - ARANTES, Paulo e MUCHAIL, Salma T. (Org.). A Filosofia e seu ensino. Petrópolis: Vozes, 1995.

02 - BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais - ensino médio. Brasília: SEMTEC/MEC, 2002. p.11-37; p.277-360.

03 - BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino Médio - Orientações Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Brasília: MEC/ SEMTEC, 2002.

04 - FAVARETTO, Celso. Sobre o ensino de Filosofia. Revista da Faculdade de Educação (USP), São Paulo, USP, v. 19, nº 01, jan/jul, 1993. p. 97-102.

05 - GALLO, Sílvio; DANELON, Márcio e CORNELLI, Gabriele. (Org.). Ensino de Filosofia. teoria e prática. Ijuí: Unijui, 2004.

06 - GALLO, Sílvio. A Filosofia no ensino médio e seu caráter interdisciplinar. Revista Sul Americana de Filosofia e Educação, v.2, 2004.

07 - KOHAN, W. O. (Org.) . Filosofia: caminhos para seu ensino. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

08 - LORIERI, Marcos e RIOS, Terezinha. Filosofia na Escola: o prazer da reflexão. São Paulo: Moderna, 2004.

09 - MATOS, Olgária. A filosofia e suas discretas esperanças. In: CATANI, Denice B. et al. (Org.). Docência, memória, gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escrituras, 1997. p. 51-62.

10 - PIOVESAN, A.; EIDT, C.; GARCIA, C.B.; HEUSER, E.M.D. e FRAGA, P.D. (Org.). Filosofia e ensino em debate. Ijuí: UNIJUÍ , 2002.

11 - SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. O currículo na escola média: desafios e perspectivas. São Paulo SEE/CENP, 2004. p. 28-35.

12 - SAVIANI, D. Ética, educação e cidadania. PhiloS: Revista Brasileira de Filosofia de 1o. Grau, Florianópolis, ano 8, nº 15, 1º semestre, 2001. p. 19-37.

13 - SILVEIRA, Renê Trentin. O afastamento e o retorno da Filosofia do segundo grau no contexto pós 64. Pro-posições, Campinas, v. 5, n. 3, 1994. p. 77-91.

OBRAS DE FILOSOFIA
14 - ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

15 - ARISTÓTELES. Política. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

16 - BENJAMIN, W. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução. In: BENJAMIN, W.; HORKHEIMER, M.; ADORNO, T. W. e HABERMAS, J. Textos escolhidos. 2.ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Col. Os Pensadores).

17 - CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, v.1.

18 - DESCARTES. Discurso do Método e Meditações. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

19 - KANT, E. Crítica da razão pura. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

20 - LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

21 -  MAQUIAVEL. O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

22 - MARCONDES, Danilo. Introdução à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002 .

23 - MARÍAS, Julian. Introdução à Filosofia. 4. ed. São Paulo: Duas Cidades, 1985.

24 - MARX, K. & ENGELS, F. A ideologia alemã. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

25 - MORE, T. A utopia. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

26 - MORENTE, Manuel G. Fundamentos de Filosofia: lições preliminares. 8.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1980.

27 - NIETZSCHE. Obras Incompletas. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

28 - NOVAES, Adauto (Org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

29 - PLATÃO. Diálogos: Eutifron, Críton, Fédon e Apologia de Sócrates. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

30 -  PLATÃO. A República. S. Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

31 - REALE, Giovanni e ANTISERI, Dario. História da Filosofia. São Paulo: Paulus, 1990. Volume I (Antiguidade e Idade Média); Volume II (Do Humanismo a Kant); Volume III (Do Romantismo até Nossos Dias).

32 - ROUSSEAU, J.J. O Contrato Social. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

33 - SANTO AGOSTINHO. De magistro. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).

34 - SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova Cultural. (Os Pensadores).
35 - WEFFORT, F. C. Os clássicos da política. 13. ed. São Paulo. Ática, 2000, 2 v.

Disciplina: FÍSICA

TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o candidato em relação aos conhecimentos específicos de Física - seus fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens, seus métodos de experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, suas tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho curricular em Física e quanto à aplicação didática e metodológica desses conhecimentos na prática da sala de aula.

1. MOVIMENTOS - GRANDEZAS, VARIAÇÕES E CONSERVAÇÕES
Movimentos presentes no cotidiano; estimativas de comprimentos, tempos e velocidades; grandezas relevantes nos movimentos e suas variações; conservação da quantidade de movimento; forças e leis de Newton; trabalho e potência; transformações e conservação de energia mecânica; condições de equilíbrio estático e dinâmico; máquinas e instrumentos de ampliação de forças; líquidos: vazão e flutuação em sistemas naturais e tecnológicos.

2. GRAVITAÇÃO, TERRA E UNIVERSO
Interações gravitacionais entre objetos na Terra e no Universo; movimentos da Terra, Lua e Sol e fenômenos astronômicos correspondentes; movimento de naves e satélites; o Universo e sua evolução; concepções sobre a Terra e o Universo ao longo da história humana.

3. CALOR, AMBIENTE E ENERGIA
Trocas de calor em fenômenos naturais e tecnológicos; calor, variação de temperatura e mudanças de estado; propriedades térmicas dos materiais e suas aplicações; modelo cinético dos gases; gás ideal; fenômenos climáticos e seus impactos; trabalho mecânico e conservação de energia em processos térmicos; máquinas térmicas de uso doméstico e social; entropia e irreversibilidade; produção e uso social de energia e suas implicações sócio-econômicas e ambientais.

4. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ENERGIA
Aparelhos elétricos: características físicas e transformações de energia; instalações elétricas simples e condições de utilização segura; consumo de energia elétrica residencial; fenômenos elétricos e magnéticos; indução eletromagnética; motores e geradores elétricos e seus usos; produção e transmissão de energia elétrica e suas implicações.

5. SOM E LUZ
Propagação de ondas e suas características; fontes sonoras; características físicas de sons; instrumentos musicais; audição humana; poluição sonora. Fontes de luz e produção de imagens; propriedades físicas da luz; olho humano e processos da visão; lentes, espelhos e instrumentos ópticos; luz e cores; interação luz e matéria; modelos de natureza da luz.

6. MATÉRIA E RADIAÇÃO
Modelos de constituição da matéria; o espectro de radiações e suas características; interação de radiação com a matéria; radioatividade e energia nuclear; produção de energia nuclear e seus usos; efeitos biológicos e ambientais das radiações.

7. FISICA SOCIEDADE E CURRÍCULO
A Física e seu ensino dentro do atual panorama sócio-cultural e econômico. A ciência e a tecnologia como construções históricas e sociais. Evolução dos conceitos da Física. Tecnologias educacionais aplicadas ao ensino de Física. O papel da pesquisa no ensino de ciências. As atividades experimentais em ambiente escolar. A transposição dos conhecimentos físicos para o contexto escolar.

BIBLIOGRAFIA

01 - AMALDI, Ugo. Imagens da Física: as idéias e as experiências do pêndulo aos quarks. São Paulo: Scipione, 1995.

02 – AZEVEDO, Maria C. P. S. Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula. In: CARVALHO, Anna M. P. (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson, 2006. p. 19-33.

03 - BEN-DOV, Yoav. Convite à física. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996.

04 - BERMANN, Célio. Energia no Brasil: para quê? para quem? Crise e alternativas para um país sustentável. São Paulo: Livraria da Física, 2002.

05 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 200-273.

06 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002.

07 - BRODY, David Eliot e BRODY, Arnold R. As sete maiores descobertas científicas da história. (Capítulos 1 a 4). São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

08 - CARVALHO, Ana Maria P.e GIL-PEREZ, Daniel. Formação de professores de ciências. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2001.

09 - FEYNMAN, Richard. Física em seis lições. 3.ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

10 - FRIAÇA, Amâncio et alli. Astronomia: uma visão geral do universo. (Capítulos 1, 3, 4, 5, 6 e 13). São Paulo: Edusp, 2000.

11 - GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). Física 1: Mecânica. Física 2: Física Térmica e Óptica. Física 3: Eletromagnetismo. São Paulo: Edusp, 1996. 3v.

12 - HAZEN & TREFIL. Saber ciência. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1995.

13 - MARTINS, Roberto de Andrade. Universo: teorias sobre sua origem e evolução. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1995.

14 - MENEZES, Luís Carlos de. A matéria: uma eventura do espírito; fundamentos e fronteiras do conhecimento físico. São Paulo: Livraria da Física, 2005

15 - MENEZES, Luís Carlos de. Ensinar ciências no próximo século. In: HAMBURGER, Ernst W. Cauê (Org.). O desafio de ensinar ciências no século XXI. São Paulo: EDUSP, 2000. p. 48-54.

16 - OKUNO, E. Radiação: efeitos, riscos e benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.

17 – SHULZ, Peter. O que é nanociência e para que serve a nonotecnologia? A Física na Escola. São Paulo: Sociedade Brasileira de Física, v. 6, n. 5, p. 58-62, maio 2005.

18 - PIETROCOLLA, Maurício (org.). Ensino de física: conteúdo, metodologia e epistemologia numa concepção integrada. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001.

19 - RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 6.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. 4v.

20 - SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Perspectivas para o ensino de física. São Paulo: SE/CENP, 2005.

21 – SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. O Currículo na Escola Média: desafios e perspectivas. São Paulo. SEE/CENP, 2004; p. 124-158.

DISCIPLINA: MATEMÁTICA

TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o candidato em relação aos conhecimentos específicos de Matemática - suas linguagens, seus métodos de investigação, sua contextualização histórica e social, suas tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho curricular em Matemática e quanto à aplicação didática e metodológica desses conhecimentos na prática da sala de aula.

1. ARITMÉTICA E CONJUNTOS
Os conjuntos numéricos (naturais, inteiros, racionais, irracionais e reais); operações básicas, propriedades, divisibilidade, contagem e princípio multiplicativo. Proporcionalidade.

2. ÁLGEBRA
Equações de 1º e 2º graus; funções elementares e suas representações gráficas: lineares, quadráticas, exponenciais, logarítmicas e circulares; progressões aritméticas e geométricas; polinômios; números complexos; matrizes, sistemas lineares e aplicações na informática; fundamentos de matemática financeira.

3. ESPAÇO E FORMA
Geometria plana, plantas e mapas; geometria espacial; geometria métrica; geometria analítica; trigonometria; aplicações.

4. TRATAMENTO DE DADOS
Fundamentos de estatística; análise combinatória e probabilidade; análise e interpretação de informações expressas em gráficos e tabelas.

5. MATEMÁTICA, SOCIEDADE E CURRÍCULO
Currículos de Matemática e recentes movimentos de Reforma. A Matemática e seu ensino dentro do atual panorama sócio-cultural e econômico. Os objetivos da Matemática na Educação Básica. Seleção e organização dos conteúdos para o Ensino Fundamental e Médio. Resolução de Problemas e a História da Matemática como meios para ensinar e aprender Matemática.

BIBLIOGRAFIA

1 - ALVES, Sérgio. Ladrilhando o plano com quadriláteros. /revista do Professor de Matemática, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, n. 51, p. 7-9, 2003.

2 – ÁVILA, Geraldo. Grandezas incomensuráveis e números irracionais. Revista do Professor de Matemática, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, n. 5, p. 6-11, 1984.

3 - BOYER, Carl. História da matemática. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.

4 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002.

5 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 200-273.

6 - BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática (5a a 8a séries) / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/ SEF, 1998. v. 3.

7 – CHEVALLARD, Yves; BOSCH, Marianna; GASCON, Josep. Estudar matemáticas: o elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001. p. 17-71.

8 – COURANT, Richard; ROBBINS, Hebert. O que é matemática? Uma abordagem elementar de métodos e conceitos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000.

9 – D`AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. 12. ed. São Paulo: Papirus, 2005.

10 – EZENSBERGER, Hans Magnus. O Diabo dos números: um livro de cabeceira para todos aqueles que tem medo de matemática. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

11 – HAZZAN, Samuel; POMPEO, José N. Matemática financeira. São Paulo: Atual, 2001.

12 – IEZZI, Gelson et al. Coleção fundamentos de matemática elementar. São Paulo: Atual. 11 v.

13 - IFRAH, Georges. Os números - A história de uma grande invenção. São Paulo: Globo, 1989.

14 - KRULIK, Stephen e REYS, Robert E. (orgs.). A resolução de problemas na matemática escolar. São Paulo: Atual, 1997.

15 – LELLIS, Marcelo; IMENES, Luiz M. Matemática e o novo ensino médio. Educação Matemática em Revista, São Paulo

16 –    LIMA, Elon Lages. Polígonos eqüidecomponíveis. Revista. Revista do Professor de Matemática, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, n. 11, p. 19-25, 1987.

17 – MAGALHÃES, Marcos N.; LIMA, Antonio C. P. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo: EDUSP, 2004.

18 – PIRES, Célia M. C. Currículos de matemática: da organização linear à idéia de rede. São Paulo: FTD, 2000.

19 – ROSA, Ernesto. Didática da matemática. 11. ed. São Paulo: Ática, 2001. Cap. 1, 2 e 3.

20 – ROSA, Euclides. Mania de Pitágoras. Revista do Professor de Matemática, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, n. 2, p. 14-17, 1983

21 - SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Experiências Matemáticas. São Paulo: SE/CENP, 1994. 4v.

22 – SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. O Currículo na Escola Média: desafios e perspectivas. São Paulo SEE/CENP, 2004; p. 124-158.

23 - SHILOV, G. E. Construindo gráficos. São Paulo: Atual, 1998.

24 – SHULTE, Albert P.; COXFORD, Arthur. As idéias da algebra. São Paulo: Atual, 1994.

DISCIPLINA: GEOGRAFIA

TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentados a seguir é um referencial para avaliar o candidato em relação aos conhecimentos específicos de Geografia - sua gênese, dinâmica, linguagens, contextualização histórico-social, suas tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho curricular, bem como a aplicação didática e metodológica desses conhecimentos nas práticas de sala de aula.

1. Fundamentos teóricos do pensamento geográfico e sua história. A geografia clássica, a geografia crítica e as correntes atuais do pensamento geográfico.

2. A teoria da região na história do pensamento geográfico. A regionalização do Brasil e do mundo.

3. Os fundamentos geográficos da Natureza: gênese e dinâmica.

4. O espaço geográfico e as mudanças nas relações de trabalho e de produção: as implicações sociais e econômicas na cidade e no campo.

5. Interação sociedade-natureza: os impactos ambientais, o uso e a conservação do solo, da água e da cobertura vegetal. As mudanças climáticas.

6. O atual período técnico-científico-informacional na agricultura e na indústria: inovações tecnológicas, fluxos de capital e de informações.

7. Urbanização brasileira: as metrópoles nacionais e regionais; a relação cidade-campo; o deslocamento interno da população.

8. A geopolítica e as redefinições do território: os conflitos políticos, étnicos-religiosos e a nova organização econômica mundial.

9. Representações cartográficas: conceitos e linguagens.

BIBLIOGRAFIA

01 - AB`Saber, Aziz. Os Domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.

02 - ALMEIDA, Rosângela Doin. Do desenho ao mapa. São Paulo: Contexto, 2001.

03 – ANDRADE, Manuel C. Caminhos e descaminhos da geografia. Campinas: Papirus, 1989.

04 - BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do ensino fundamental; geografia. Brasília: MEC/SEF, 1998. V. 5.

05 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 275-360.

06 - BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.

07 - CARLOS, Ana Fani Alessandri. Novos caminhos da geografia. São Paulo: Contexto, 1999.

08 - CASTELLAR, Sonia M. Vanzella. Alfabetização em geografia. In: Revista Espaços da Escola. Ano 10, nº37. Ijuí: Ed. Unijuí, 2000. p.29-46.

09 - CASTRO, Iná Elias [et alii]. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.

10 - CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia: escola e construção de conhecimentos. Campinas: Papirus, 1998.

11 - FURLAN, Sueli Ângelo e NUCCI, João Carlos. A conservação das florestas tropicais. São Paulo: Atual, 1999.

12 - HAESBAERT, Rogério. Omito da desterritorialização. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.

13 - LENCIONI, Sandra. Mudanças na metrópole de São Paulo (Brasil) e transformações industriais. In: Revista do Departamento de Geografia. n.º 12. São Paulo: FFLCH-USP, 1998, p. 27-42.

14 - LENCIONI, Sandra. Região e geografia. São Paulo: EDUSP, 1999.

15 - MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1981.

16 - RIBEIRO, Wagner Costa. Mudanças climáticas, realismo e multilateralismo. Revista Terra Livre, nº 18. São Paulo: AGB, 2002, p.75-84.

17 - ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.

18 - SANTOS, Milton. A natureza do espaço. Técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2002.

19 - SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.

20 – SANTOS, M. (Org.). Novos Rumos da Geografia Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1982.

21 - SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2001. p. 05-32 e p. 97-120.

22 - SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2002. p. 25-30 e p. 63-74.
23 – SIMIELLI, Maria Elena R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, Ana Fani A. (Org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999. p. 92-108.

24 - SUERTEGARAY, Dirce M. Antunes e NUNES, João Osvaldo. A natureza da Geografia Física na Geografia. Revista Terra Livre, n.º 17, Paradigmas da Geografia, Parte II. AGB, 2001. p.11-23.

25 - VESENTINI, José William. Novas geopolíticas. São Paulo: Contexto, 2000.

26 – VESENTINI, José William (Org.). Ensino de geografia no século XXI. São Paulo: Papirus, 2005.

Os textos negritados e sublinhados integrarão as revistas de educação que serão publicadas nos próximos dias

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