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Qui, 18 de Abril 2019 - 17:59

Conselho da Apeoesp marca assembleia regional e greve geral para o dia 15 de maio

Por: Jornal de Piracicaba - 17.04

 

O Conselho de Representantes da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) deliberou pela realização de assembleia regional no próximo dia 25 de abril para confirmar as principais propostas a serem apresentadas na assembleia estadual dos professores, que acontece na sexta-feira (26), em São Paulo. Entre elas, está a adesão à greve geral organizada pelas centrais sindicais, contra a reforma da Previdência Social, programada para o dia 15 de maio. A decisão foi tirada em reunião do Conselho de Representantes realizada ontem, na subsede da Apeoesp em Piracicaba, que reuniu representantes da maior parte das 68 escolas estaduais da região.

A assembleia regional do dia 25 acontecerá às 14h, na subsede da Apeoesp (no centor), seguida de panfletagem. De acordo com a diretora Leonor Peres, até lá, o Conselho de Representantes intensificará a mobilização da categoria para participar da assembleia regional e da estadual, assim como protestará contra o fechamento de classes, defenderá a reabertura das classes fechadas, o desmembramento das classes superlotadas e defenderá o limite máximo de 25 estudantes por classe.

Na paralisação da categoria, atingindo 65% das escolhas estaduais da cidade, que aconteceu no dia 22 de março, durante a assembleia na Praça da República, os professores, coordenados pela presidente da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT), deliberaram pela deflagração de uma greve contra a reforma da Previdência Social, por reajuste salarial de 14,54%, melhoria nas condições de trabalho, contra o fechamento de escolas e classes, a superlotação de sala de aula e contra a aplicação da Base Nacional Comum Curricular no Ensino Médio.

A Apeoesp, como explica a deputada, é contra a reforma da Previdência Social porque ao contrário do que diz o governo, não irá acabar com privilégios e estabelecer justiça social nas aposentadorias. "Pelo contrário, a reforma reduz brutalmente direitos da maioria da população e mantém privilégios de militares, políticos e do alto escalão do funcionalismo público, e ataca frontalmente a classe trabalhadora. Precisamos de um plano econômico, de emprego. Precisamos da valorização do salário mínimo. Não precisamos de reforma da Previdência", declarou a deputada estadual durante a assembleia.

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