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Ter, 25 de Abril 2017 - 15:12

Em protesto, alunos e professores "abraçam" escola interditada há 9 meses em Bauru

Grupo pede maior agilidade na reforma do prédio da Escola Estadual Francisco Alves Brizola. Local foi interditado por falhas na estrutura em julho de 2016.

Por: G1 Bauru e Marília - 23.04

 
Um grupo formado por alunos, ex-alunos, professores e moradores do bairro onde fica a Escola Estadual Francisco Alves Brizola, em Bauru (SP), deram um “abraço” simbólico no prédio na manhã deste domingo em um protesto contra demora na reforma do local, que foi interditado por falhas na estrutura em julho de 2016. Os 700 alunos incialmente foram transferidos para outras escolas e no início deste ano começaram as aulas em uma nova escola, no Jardim Tangarás.
 
O objetivo do ato, de acordo com uma das organizadoras do ato, a ex-aluna e também professora Sílvia Carla Lopes, é pressionar a Secretaria de Educação para agilizar esse processo para que o prédio volte a servir à comunidade. “Queremos que a Secretaria de Estado da Educação reassuma o prédio, reforme e o devolva funcionando à comunidade. A princípio que seja algo educacional ou cultural, mas tudo em benefício da comunidade do Geisel", afirma.
 
Há um mês, o TEM Notícias e o G1 mostraram o abandono de escolas públicas em Bauru e, entre elas, a situação da escola, que fica no Núcleo Presidente Geisel. Durante a reportagem, foram encontrados livros jogados por toda parte, sujos e amassados e alguns não tinham nem sido usados. Os banheiros estavam destruídos, mesas escolares amontoadas e quebradas, armários revirados.
 
Depois da reportagem que mostrou o abandono no local, a Direção Regional de Ensino mandou retirar os livros e os equipamentos que estavam jogados dentro da sala de aula. Tudo foi transferido para outras escolas estaduais.
 
Em nota, a Secretaria de Educação do Estado informou que em 27 de março a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) anunciou o início da obra na Escola Estadual Francisco Alves Brizola, que segue trâmites legais, para junho. O valor total de investimento é de R$ 2,4 milhões.
 
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