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Sex, 31 de Maio 2019 - 16:45

Estudantes, professores e líderes de movimentos fazem aula pública e passeata em Itaquaquecetuba em protesto contra cortes da educação

Por: G1 Mogi das Cruzes e Suzano - 30.05

 
Ato foi na praça Padre João Álvares no começo da tarde desta quinta-feira (30). Este é o segundo dia de protestos unificados pelo país contra os cortes anunciados pelo governo federal para o setor.
 
Estudantes, professores e líderes de sindicatos e movimentos estudantis fizeram uma aula pública na Praça João Álvares, em Itaquaquecetuba, no começo da tarde desta quinta-feira (30), em protesto contra cortes da educação anunciados pelo governo federal. Depois, eles saíram em caminhada pelas ruas da região central até a estação. O ato começou às 12h e terminou às 14h20.
 
Este é o segundo dia de protestos unificados pelo país contra os cortes anunciados pelo governo federal para o setor. Os primeiros atos ocorreram em 15 de maio.
 
O protesto de Itaquaquecetuba foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), grêmios, estudantes do Instituto Federal e outras escolas, integrantes da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Juventude Livre Socialista (JLS) e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais de Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
 
O professor Anderson Alves Esteves, do Instituto Federal de Itaquaquecetuba, afirmou que com os cortes a instituição só tem condições de funcionar até outubro. "O planejamento apontou isso. Interfere na alimentação, produtos de higiene, no sistema de internet que está implantado e até nas pequisas", disse.
 
O G1 pediu e aguarda informações do Instituto Federal de São Paulo sobre a possibilidade de fechamento da unidade em Itaquaquecetuba. Os manifestantes distribuíram panfletos informando que o Instituto Federal atua na educação superior, básica e profissionalizante, realizando pesquisas e desenvolvendo novos processos e serviços.
 
Os panfletos ainda informavam que alunos desses institutos se destacam no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que as instituições unem conhecimentos técnicos e tecnológicos às práticas pedagógicas. A manifestação teve início às 12h com a aula pública na praça. Depois, os manifestantes recolheram o lixo e, às 13h45, saíram em passeata a caminho da estação, onde o protesto acabou às 14h20. No caminho, as faixas de trânsito onde havia passeata foram interditadas. Por meio de um jogral, de batuques e também com faixas, os manifestantes chamavam a atenção da população sobre o corte nos gastos da educação e também se posicionavam contra a reforma da previdência.
 
Entenda os cortes na educação:
 
  • Em decreto de março que bloqueou R$ 29 bilhões do Orçamento 2019, o governo federal contingenciou R$ 5,1 bilhões da educação
  • Dos R$ 5,8 bilhões cortados, R$ 1,704 bilhão recai sobre o ensino superior federal
  • Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado
  • Os cortes e a suspensão motivaram os protestos de 15 de maio
  • Após os atos, o governo disse que liberaria mais recursos para a educação, mas manteve o corte anunciado em março
  • Nesta quinta, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomendou que o governo reveja os bloqueios
Estudantes, professores e líderes de sindicatos e movimentos estudantis fizeram uma aula pública na Praça João Álvares, em Itaquaquecetuba, no começo da tarde desta quinta-feira (30), em protesto contra cortes da educação anunciados pelo governo federal. Depois, eles saíram em caminhada pelas ruas da região central até a estação. O ato começou às 12h e terminou às 14h20.
 
Este é o segundo dia de protestos unificados pelo país contra os cortes anunciados pelo governo federal para o setor. Os primeiros atos ocorreram em 15 de maio.
 
O protesto de Itaquaquecetuba foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), grêmios, estudantes do Instituto Federal e outras escolas, integrantes da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Juventude Livre Socialista (JLS) e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais de Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
 
O professor Anderson Alves Esteves, do Instituto Federal de Itaquaquecetuba, afirmou que com os cortes a instituição só tem condições de funcionar até outubro. "O planejamento apontou isso. Interfere na alimentação, produtos de higiene, no sistema de internet que está implantado e até nas pequisas", disse.
 
O G1 pediu e aguarda informações do Instituto Federal de São Paulo sobre a possibilidade de fechamento da unidade em Itaquaquecetuba.
 
Os manifestantes distribuíram panfletos informando que o Instituto Federal atua na educação superior, básica e profissionalizante, realizando pesquisas e desenvolvendo novos processos e serviços.
 
Os panfletos ainda informavam que alunos desses institutos se destacam no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que as instituições unem conhecimentos técnicos e tecnológicos às práticas pedagógicas. A manifestação teve início às 12h com a aula pública na praça. Depois, os manifestantes recolheram o lixo e, às 13h45, saíram em passeata a caminho da estação, onde o protesto acabou às 14h20. No caminho, as faixas de trânsito onde havia passeata foram interditadas. Por meio de um jogral, de batuques e também com faixas, os manifestantes chamavam a atenção da população sobre o corte nos gastos da educação e também se posicionavam contra a reforma da previdência.
 
Entenda os cortes na educação:
 
  • Em decreto de março que bloqueou R$ 29 bilhões do Orçamento 2019, o governo federal contingenciou R$ 5,1 bilhões da educação
  • Dos R$ 5,8 bilhões cortados, R$ 1,704 bilhão recai sobre o ensino superior federal
  • Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado
  • Os cortes e a suspensão motivaram os protestos de 15 de maio
  • Após os atos, o governo disse que liberaria mais recursos para a educação, mas manteve o corte anunciado em março
  • Nesta quinta, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomendou que o governo reveja os bloqueios
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