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Sex, 10 de Março 2017 - 16:05

Paralisação total atinge escolas de 4 cidades

Por: O Imparcial - 09.03 - MELLINA DOMINATO

 
Em Pirapozinho, Rancharia, Sandovalina e Tarabai, adesão foi de 100%; em outras cidades, participação foi entre 10% e 30%
 
Professores da região de Presidente Prudente, em apoio a uma mobilização promovida ontem, na capital paulista, paralisaram suas atividades ontem. Em quatro escolas, estas localizadas no distrito de Itororó do Paranapanema, em Pirapozinho, Rancharia, Sandovalina e Tarabai, a adesão ao movimento foi de 100% dos docentes. Já nas outras cidades do oeste paulista, a participação foi entre 10% e 30% dos profissionais.
 
A informação é do conselheiro estadual de representantes da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Wilian Hugo Correia dos Santos, o qual revela que, na capital, membros da entidade deliberavam sobre a possibilidade de adesão da entidade à greve nacional de professores, convocada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) para iniciar no dia 15 e prosseguir por tempo indeterminado. Até o fechamento desta edição, a questão não havia sido definida.
 
Wilian explica que os professores estão se mobilizando em torno da campanha salarial deste ano e ainda para mostrar repúdio às reformas da Previdência e do ensino médio, as quais alega que irão prejudicar a categoria. A primeira está em análise no Congresso e a segunda foi aprovada no mês passado, no plenário do Senado. “Amanhã [hoje] as atividades voltam à normalidade. No entanto, a paralisação de hoje [ontem] foi para mostrar os eixos centrais que são buscados pela classe”, relata.
 
Nas redes sociais, a Apeoesp ainda expõe que os professores protestam contra a falta de reajuste nos últimos dois anos consecutivos e ainda contra o fechamento de salas, o retorno de coordenadores e vice-diretores para as salas e a atribuição de aulas, o que deixou determinados docentes sem trabalho.
 
Negociação
 
A Secretaria de Estado da Educação informa que mantém uma mesa de negociação aberta com os sindicatos da categoria e ressalta que anteontem já foi pago o salário com reajuste de 10%, aumento que será incorporado aos vencimentos de mais de 18 mil docentes de educação básica I. “Com isso, nenhum professor do Estado recebe menos que o piso nacional, que é R$ 2.298,80”, frisa. Expõe que o salário-base dos professores da rede estadual de ensino é R$ 2.415,89, ou seja, “5% superior ao piso nacional e acrescido de benefícios”.
 
Para falar sobre o repúdio às reformas previstas pelo governo federal, a reportagem entrou em contato com o Palácio do Planalto e a Assessoria de Imprensa da Casa Civil. No entanto, até o fechamento desta edição, não houve resposta.
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