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Sáb, 10 de Fevereiro 2018 - 00:20

Problemas estruturais em prédio adiam aulas em escola estadual de Itaberá

Por: G1 - 07.02 - Itapetininga e Região

 

Secretaria de Educação disse que escola do bairro Engenho Maia recebeu R$ 250 mil para reconstrução das salas e garantiu que aulas devem começar em 19 de fevereiro

As aulas da escola estadual do bairro Engenho Maia, em Itaberá (SP), estão suspensas deixando cerca 600 estudantes sem iniciar os estudos no ano letivo de 2018. O local foi interditado em dezembro do ano passado após apresentar diversos problemas como rachaduras nas paredes e pilares, problemas no teto, banheiros e cozinha.

Em nota, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo disse que a escola recebeu R$ 250 mil para a reconstrução das salas e garantiu que os 200 dias letivos vão ser respeitados e que as aulas vão começar em 19 de fevereiro.

Disse ainda que os pais não devem se preocupar porque todo o conteúdo perdido vai ser reposto durante as aulas. 

Segundo os moradores a escola é nova, foi construída há sete anos, mas desde o início apresentou problemas estruturais. Ainda conforme os moradores, em dezembro a escola foi fechada para obras, mas nos dois meses de férias, nenhuma manutenção foi feita.

Em fotos enviadas à TV TEM é possível ver que o teto do refeitório está escorado para não desabar (veja acima), além de diversas rachaduras nas paredes. 

O filho da funcionária pública Tatiane Aparecida Moura estuda nesta escola e contou que em uma reunião realizada com a direção da escola, eles disseram que as aulas serão realizadas na quadra, que será adaptada para receber os alunos.

“Eu fico preocupada com o tempo de aula que ele vai perder, porque eles falaram que essa adaptação vai levar dois meses para ficar pronta. Sem falar que vamos mandar nossos filhos para a escola e ficar de cabeça quente, porque não sabemos o que pode acontecer, ela pode cair em cima deles”, conta. 

A aposentada Aparecida de Fátima Ferraz tem um filho e netos que estudam na escola e está inconformada com a demora em resolver esse problema. 

“Passou as férias inteiras e eles não vieram arrumar a escola, agora que as aulas começaram é que decidiram fazer alguma coisa", reclama.

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