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Qui, 13 de Junho 2019 - 16:05

Greve geral: Metrô, ônibus e escolas devem ser afetados em SP

Por: Folhapress - Valor Econômico - 12.06

 
 
A greve geral contra a reforma da Previdência, que deve acontecer na sexta-feira, deve parar, além do transporte coletivo, escolas públicas e particulares em São Paulo. Convocada pelas centrais sindicais no dia 1º de maio, a paralisação tem como principal alvo o projeto de mudança nas aposentadorias apresentado pelo governo Bolsonaro.
 
Silvia Barbara, diretora do Sinpro-SP (sindicato de escolas particulares), afirma que 30 colégios já confirmaram que não haverá aula, a maior parte deles de grande porte. O sindicato ainda não fornece a lista das escolas em que a paralisação foi decidida. A cidade de São Paulo tem 1.500 escolas particulares, segundo Barbara. Ela afirma que a maior parte é de ensino infantil e com poucos alunos e que as escolas que aderiram a greve já representam universo importante de professores. O colégio Equipe publicou em seu site carta aos pais informando que não haverá aula nesta sexta-feira em razão da paralisação. A Apeoesp, que representa os professores de escolas estaduais, e o Sinpeem, dos
 
professores municipais, também afirmam que estão orientando pela paralisação, com o objetivo de que ela se concretize em todas as escolas. Outras categorias confirmaram que irão parar na sexta, entre elas os metalúrgicos do ABC e trabalhadores da construção civil. Na noite de terça, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região confirmou em assembleia sua adesão à greve. Wagner Santana, presidente do sindicato da categoria, que representa 60 mil trabalhadores, diz que a orientação é que os profissionais fiquem em casa durante o dia.
 
As paralisações também devem afetar o transporte público em grandes cidades. Em São Paulo, motoristas de ônibus e metroviários, por exemplo, definiram adesão. Devem ser afetados os trens da CPTM e as linhas 1, 2 e 3 do metrô, além da circulação de ônibus.  Na sexta, a seleção brasileira estreia na Copa América contra a Bolívia, às 21h30, no estádio do Morumbi, em São Paulo. A chegada ao estádio pode ser feita a partir da Linha 4 do Metrô, que deve seguir em funcionamento.
 
Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos disse tomar todas as medidas judiciais necessárias para garantir o transporte dos passageiros. Informa que o Metrô conseguiu liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. Já a CPTM conseguiu decisão pela manutenção completa de seu quadro durante todo o horário de operação. A SPTrans, responsável pela circulação de ônibus na capital paulista, disse que  acompanha a divulgação da adesão pelo sindicato e fará todos os esforços para garantir o deslocamento da população. 
 
Outras categorias A greve geral tem adesão de centrais sindicais como UGT (União Geral dos Trabalhadores) e CUT (Central Única dos Trabalhadores). Com isso, deverão parar motoboys, taxistas, caminhoneiros e profissionais de limpeza urbana ligados à UGT.
 
No caso da CUT, metalúrgicos, professores das redes pública e privada, petroquímicos, químicos e servidores devem cruzar os braços. Os trabalhadores dos Correios e do INSS também podem parar, segundo as entidades que os representam.
 
Veja abaixo quais categorias já anunciaram adesão à greve desta sexta-feira na capital paulista: 
  • Metroviários 
  • Motoristas de ônibus 
  • Ferroviários
  • Motoboys
  • Taxistas 
  • Caminhoneiros
  • Professores municipais 
  • Professores estaduais
  • Profissionais do serviço de limpeza urbana da capital paulista
  • Servidores de hospitais públicos e postos de saúde da capital paulista 
  • Servidores da saúde estadual 
  • Metalúrgicos
  • Bancários
  • Servidores do INSS 
  • Trabalhadores de hospitais federais 
  • Trabalhadores dos TRA

 

 

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