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Observatório da Violência

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Qua, 11 de Setembro 2019 - 18:06

Escola amanhece vazia após ameaças em SP: 'Pegar fogo'

G1 Santos

 
 
Ameaças foram enviadas por um perfil anônimo para a página oficial da escola, para alunos e funcionários. Polícia Civil investiga o caso.
 
Uma escola municipal de Itanhaém, no litoral de São Paulo, que atende crianças e adolescentes do pré ao 9º ano, foi alvo de ameaças por vários perfis anônimos na internet. A unidade amanheceu vazia nesta segunda-feira (9). Com medo, os pais não levaram os filhos para aula e viaturas da Guarda Civil Municipal (GCM) estão fazendo a segurança no local.
 
As ameaças foram enviadas, por meio de uma conta anônima, para o perfil oficial da Escola Municipal Eugênia Pitta Rangel Veloso em uma rede social. Além disso, alguns alunos e funcionários da unidade também receberam o aviso e, preocupados, decidiram não seguir normalmente para a escola nesta segunda-feira.
 
As primeiras mensagens foram enviadas no último sábado (7) e diziam que, nesta segunda-feira, a escola teria uma 'surpresa'. Em seguida, o perfil da escola publicou que já estava ciente e tomaria as devidas providências para garantir a segurança.
 
Nesta segunda-feira, logo cedo, guardas municipais faziam a segurança da unidade. Apesar disso, pais de alunos ficaram assustados e não levaram os filhos para escola. Alguns familiares foram até a unidade apenas para participar de uma reunião com o diretor.
 
"Eles chamaram a gente para uma reunião e o diretor disse que eles estavam tomando providências, que a escola estaria segura, que a GCM ficaria no portão. Mas, eu acho que estamos à mercê da sorte, a quadra é aberta, o muro é baixo. Não levei meus filhos e nem vou levar, eles têm uma vida só", contou ao G1 Agda Alves Dias, mãe de três alunos que estudam na escola.
 
Em nota, a Prefeitura de Itanhaém informou que, após receber as notícias veiculadas nas redes sociais, determinou a presença da Guarda Civil Municipal e do patrulhamento permanente na escola e no entorno, inclusive, acompanhando a entrada e saída dos alunos. A Polícia Civil foi acionada para investigar o caso.
 
 
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