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Observatório da Violência

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Qui, 06 de Setembro 2018 - 16:24

Estudante é espancado na saída de escola por ter saído com ex do agressor em Jardinópolis, SP, diz família

EPTV - 05.09

 
 
Jovem de 17 anos está em estado grave na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) em Ribeirão Preto, SP. Dois suspeitos foram identificados, mas ninguém foi preso.
 
Um estudante de 17 anos foi socorrido em estado grave após ser agredido com socos e chutes na cabeça, na porta da escola em Jardinópolis (SP). Segundo a família, o motivo do ataque seria ciúmes: Rian Augusto Rosa estava se relacionando com um ex-namorado do agressor.
 
A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal, mas o suspeito do crime e um primo dele, que também participou da agressão, não haviam sido encontrados até a manhã desta quarta-feira (5).
 
Rian passou por cirurgia e permanece internado em estado grave na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE). Ele será submetido a novos exames para identificar possíveis sequelas.
 
Pai do estudante, o aposentado Almir José Rosa disse que o filho recebeu ameaças pelo celular durante o intervalo das aulas na manhã desta terça-feira (4). Por volta de meio-dia, quando saía do colégio, foi atacado pela dupla.
 
“Ele saiu da escola e o rapaz levou o menino para bater nele. Assim que saiu, já agrediram ele. Disseram que foi soco e chute na cabeça, tanto é que passou por cirurgia. Uma colega dele ligou para mim, dizendo o que tinha acontecido, que ele estava desmaiado”, afirmou. 
 
A dona de casa Nélida Sanchez Garcia contou que o irmão não teve chance de defesa e só parou de ser agredido depois de perder a consciência. Ainda segundo Nélida, nenhum colega da escola conteve os agressores. A Polícia Militar também não foi ao local.
 
“Deveria ter ronda escolar, ronda da Prefeitura, cadê os amigos que não separaram essa briga? Agora, não adianta perguntar o que eu quero, porque a vida do meu irmão está correndo risco e ninguém vai trazer de volta. Faltou policiamento”, reclamou.
 
Nélida disse que o irmão foi socorrido e levado a um hospital em Jardinópolis, mas acabou sendo transferido para Ribeirão, depois que um exame apontou que os ferimentos na cabeça eram graves. Ele passou por cirurgia no HC-UE.
 
“Ele não estava bem, reclamava de muita dor na cabeça e falava que estava sangrando, mas não estava. Nesse momento, ele reclamou que não estava respirando. Eu pedi para minha mãe tentar acalmar ele, deram um calmante, mas ele começou a convulsionar”, afirmou.
 
Para Nélida, o irmão foi vítima de um ato covarde. "Não tinha necessidade de tudo isso. Foi só ciúmes, acho que poderia ter resolvido de uma forma melhor. Foram muito brutos com ele, não precisava disso."
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