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Seg, 01 de Agosto 2016 - 15:45

Professora defende formação continuada em pesquisa sobre Educação Inclusiva

Por: Ana Maria Lopes

 

Professora da EE Mílcio Bazzoli, localizada em Registro, Kátia de Oliveira Lima Alves é autora de um artigo científico sobre inclusão, escrito a partir de uma pesquisa desenvolvida na Rede São Paulo de Formação Docente da Unesp.

A inclusão do aluno com deficiência intelectual na sala de aula comum” destaca a relevância do papel da escola na inclusão social, e não apenas na educação, do aluno com deficiência. A autora destaca que o ambiente acolhedor com condições que estimulem o estudante ao aprendizado e a adaptação do currículo podem fazer a diferença para a bagagem intelectual do formando.

Partindo deste princípio, Kátia de Oliveira Lima pesquisou as diferenças entre a postura dos professores da sala de aula comum e dos professores especializados, visando identificar como ocorre o processo de inclusão do aluno com deficiência intelectual.

A pesquisa foi realizada em uma escola estadual do interior paulista, com nove professores, um coordenador pedagógico, uma diretora e uma vice-diretora. A escola alvo atende somente ao Ensino Fundamental II, com aproximadamente 600 alunos matriculados, dentre os quais 10 alunos com deficiência intelectual, quatro alunos com deficiência auditiva e dois alunos com transtornos globais de desenvolvimento.

Usei um roteiro de observação; os resultados apontam que a formação é primordial para garantir a inclusão, ou seja, é preciso haver qualificação, pois quando o docente possui apenas a formação na sua área há o comprometimento no desempenho das atividades, com rendimento insatisfatório ou abaixo do esperado”, explica a pesquisadora.

O artigo de 16 páginas apresenta uma revisão da literatura sobre a Educação Especial e as ações inclusivas e os aspectos didáticos relacionados à questão, como o currículo, ambiente, metodologia e avaliação adaptados ao estudante..

A autora destaca que na escola inclusiva precisa haver a construção de uma comunidade participativa: pais, professores, alunos e sociedade em geral. “É preciso ampliar os horizontes para aceitar mudanças filosóficas, no currículo, nas metodologias, estratégias e a própria formação continuada do docente. Se por um lado temos a inserção da educação especial em nossas legislações também precisamos de formação adequada aos nossos docentes que estarão na ponta do iceberg para a construção de uma escola que seja, de fato, para todos”, conclui a professora.

A pesquisa foi desenvolvida para o curso de Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, oferecido pela Universidade Estadual Paulista.

SERVIÇO: Contatos com a pesquisadora Kátia de Oliveira Lima Alves através do e-mail kattiolimaalves@gmail.com

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